30 de novembro de 2013

Resenha: Divergente - Veronica Roth


Olá divergentes! Só pela introdução já sabem qual o livro que escreverei hoje certo?

Divergente de Veronica Roth

Quando eu ouvi falar neste livro, fiquei com muita vontade de ler, e para ser sincera AMEI! Li o Divergente e Insurgente em pouquíssimo tempo, e agora que terminei nem posso esperar pelo Convergente!


Muitos falam que existem livros parecidos com este, inclusive a trilogia dos Jogos Vorazes de Suzanne Collins mas na verdade só tem algumas parecenças, ambos são distopias em um mundo futurístico e tem protagonistas duronas. Mas Collins envolve-nos no enredo político, Roth dá-nos mais romance.
 Não se consegue confundir os dois, ou pelo menos eu não consegui.

O filme divergente sairá em breve também! (vê aqui o post do filme) Nem posso esperar!



Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Número de páginas: 502
Gênero: Distopia, Ficção Científica
Skoob

Numa versão futurista da cidade estadunidense de Chicago, a sociedade se divide em cinco facções dedicadas ao cultivo de uma virtude - a Abnegação, a Amizade, a Audácia, a Franqueza e a Erudição. Aos dezasseis anos, em uma grande cerimônia de iniciação, os jovens são submetidos a um teste de aptidão e devem escolher a que grupo se querem unir para passar o resto de suas vidas. Para Beatrice, a difícil decisão é entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é - não pode ter os dois. Então faz uma escolha que surpreende a todos, inclusive ela mesma.
Durante a iniciação altamente competitiva que se segue, Beatrice muda seu nome para Tris e se esforça para decidir quem são realmente seus amigos - e onde se encaixa em sua nova vida um romance com um rapaz fascinante, porém perturbador. Mas Tris também tem um segredo, que mantém escondido de todos, pois poderia significar sua morte.
Ao descobrir um conflito crescente que ameaça destruir sua sociedade aparentemente perfeita, ela também aprende que seu segredo pode ajudá-la a salvar aqueles que ama... ou destruí-la.



Veronica Roth nasceu a 19 de Agosto de 1988 em Chicago, Estados Unidos da América. É casada desde 2011 e é cristã. É conhecida pela Trilogia Divergente, que estão os três entre os mais vendidos no New York Times. Ganhou o prémio Goodreads Favorite Book of 2011 e o 2012 Goodreads com a categoria de melhor livro de Fantasia e Ficção Científica para Jovens Adultos.
“Eu escrevi o primeiro de pijamas na casa dos meus pais, como uma sênior na faculdade,” 

“Eu não sabia se realmente iria para algum lugar, mas eu pensei que valia a pena tentar.” Veronica Roth

O que é ser divergente?

Na história do livro, quando se faz 16 anos todos os cidadãos se submeterão numa simulação que irá descartar aos poucos as facções, ficando apenas uma. Os divergente tem resultados inconclusivos, pois apresentam capacidade para várias. Nas simulações eles tem consciência que não é real, e podem controlar os seus atos e a própria simulação.

"-É realmente fascinante como tudo aquilo funciona - diz ele. - É basicamente um duelo entre o seu tálamo, que produz o medo, e o seu lobo frontal, que toma as decisões. Mas a simulação se passa toda dentro da sua cabeça, por isso você acha que alguém está fazendo aquilo com você, mas é apenas você, fazendo aquilo a si mesmo..." Divergente - Veronica Roth 


"Uma Escolha Pode Te Transformar"


Quando Beatrice se muda da Abnegação para a Audácia ela muda de amigos, maneira de vestir, de falar, e até de nome (Tris). Lá ela aprende a lutar, carregar armas, saltar de prédios ou trens em movimento, tudo o que a Audácia está acostumada e ela não, já que os princípios da Abnegação são o altruísmo e a renuncia do indivíduo à própria vontade para o bem de terceiros. Na Audácia se veste preto,usa-se  maquiagem, piercings, cabelo solto e colorido, e muitas tatuagens. Na Abnegação roupa cinza, cabelo preso e nada de adornos pessoais, a não ser um relógio por funcionalidade apenas.

Tris se junta ao grupo dos iniciandos que vem doutras facções, e passa por 3 tipos de treinamento antes de se juntar oficialmente à Audácia. Lá, primeiro, eles irão treinar o físico, depois o psíquico e por fim juntam os dois para o teste final: a paisagem do medo, onde um líquido é injetado na veia do pescoço, e como numa simulação se vivencia os próprios medos. Aos poucos vai descobrindo que nem tudo é como ela gostava, e que existe algo acontecendo dentro da facção que escolheu e muitos inimigos começaram a tramar contra ela. Além de tudo mais uma caça aos divergentes começa, e ela descobrirá quantos são como ela, e com quem pode contar na verdade. Tris acabará por sofrer terríveis perdas, e colocará em prática os lemas das suas duas facções e descobrir que a coragem e o altruísmo normalmente são a mesma coisa.

Distopia sem romance para mim não dá, e este livro tem romance da maneira exatamente que eu gosto, Tris se apaixona por Quatro e o amor é mútuo, o que há melhor num livro do que isso? Eu não gosto de triângulos amorosos, e isso deu mais uns pontinhos no livro. Quatro é mais velho dois anos, durão e seu líder na facção; cheio de mistérios o que fará com que Tris se interesse ainda mais por ele. Depois conforme se vão conhecendo ele mostrará quem verdadeiramente é, e o porquê de lhe chamarem Quatro.


Eu simplesmente amei! Não tenho nem como explicar o quanto eu amei este livro! Tornou-se um dos meus favoritos! A escrita é na primeira pessoa, o que dá a parecer como se fosse um diário, e nos torna mais íntimos da personagem, a conhecemos melhor, sabemos os seus segredos e os seus pensamentos. Conta com muita ação, drama, romance e sobretudo muita coragem!
A história é simplesmente genial, podem imaginar uma época no futuro onde aos 16 anos temos que escolher um lugar, uma vida, um modo de pensar e de agir? Se ficamos onde nascemos ou mudamos completamente? Na verdade todos nos podemos relacionar com isso, todos já tomamos decisões que mudaram as nossas vidas. Eu por exemplo, aos 16 anos tive que decidir se viveria em Portugal ou no Brasil, escolhi o Brasil e isso mudou totalmente a minha vida e principalmente o meu futuro, claro que eu não sou divergente nem vivo em Chicago, mas o princípio é o mesmo, e é por isso que eu me consigo relacionar com o tema e os sentimentos da personagem Beatrice.

"A razão humana é capaz de justificar qualquer mal; é por isso que não devemos depender dela."

Divergente – Veronica Roth


Espero que tenham gostado e semana que vem trarei a resenha do segundo livro Insurgente.



9 comentários:

  1. Amo Divergente, um dos meus livros favoritos :)
    Ótima resenha!
    bjs
    whoisllara.com

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  2. Vocês se superam a cada dia !! parabéns pelos posts espetaculares... estou conhecendo ótimos livros e filmes, além de adquirir muita cultura !! beijinhoo

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    1. Obrigada Diego =D Que bom que estás gostando do nosso blog!
      Beijinhos

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  3. Olá, tudo bem? Indiquei você para receber um selo, confere lá:
    http://www.whoisllara.com/2013/11/selo-liebster-award.html
    Beijos! :D

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  4. Ana adorei a resenha e estou curiosa para ler desde que vi o trailer do filme \o/

    Leituras, vida e paixões!!!

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    1. Oi Aline, muito obrigada =D
      Estou muito curiosa é para ver o filme! Nem posso esperar rs
      Beijinhos

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  5. Oie :)

    Ganhei "Divergente" de aniversário e estou pra lá de ansiosa para ler. Depois de ler sua resenha a minha vontade aumentou ainda mais (e eu nem sabia que isso era possível, rs).

    Acho que tem um livro prestes a furar a minha fila de leituras, hahaha.

    Lindo blog. Seguindo.

    Beijinhos,
    May.

    Livreando

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