12 de novembro de 2015

Resenha: Restos Humanos - Elizabeth Haynes


Fala Galera!

Restos Humanos é um dos livros da autora Elizabeth Haynes que eu descobri esse ano na Bienal do Livro e acabei trazendo pra casa por motivos de estar posicionado ao lado de Garota Exemplar no estande. Motivo besta, eu sei, mas até que valeu o risco.

Editora: Intrínseca
Ano: 214
Páginas: 315
No Skoob

Sinopse: "Você conhece bem seus vizinhos? Saberia dizer se eles estão vivos ou mortos? Ao encontrar por acaso o corpo de uma vizinha em avançado estado de decomposição, Annabel Hayer, que trabalha com análise de informações para a polícia, fica horrorizada ao pensar que ninguém — e isso inclui ela mesma — sentiu falta daquela mulher. De volta ao trabalho, ela vasculha os arquivos policiais e encontra dados que mostram um aumento significativo de casos como aquele nos últimos meses em sua cidade. Conforme aprofunda a investigação, Annabel parece cada vez mais convencida de estar no rastro de um assassino, e é obrigada a enfrentar os próprios demônios e a própria fragilidade. Será que alguém perceberia se ela simplesmente desaparecesse? Um thriller psicológico extremamente perturbador, Restos humanos fala de nossos medos mais obscuros, mostrando como somos vulneráveis — e a facilidade com que vidas podem ser destruídas quando não há ninguém que se importe com elas. "

A história trata o tempo todo sobre o psicológico das pessoas, principalmente as que estão em estado de depressão e ainda sobre como as outras pessoas enxergam essa situação, se dão assistência necessária, se os parentes e amigos se preocupam com elas ao ponto de saber se estão vivos ou mortos. Isso porque na cidade em que se passa a trama várias pessoas são encontradas mortas em suas próprias casas sem marcas de terem sido assassinadas ou de que se suicidaram, deixando assim um enorme ponto de interrogação para a polícia desvendar.

Tudo é narrado por dois personagens com perspectivas diferentes da situação, que vão intercalando os capítulos, a Annabel e o Colin. Algumas partes são contadas até mesmo pelas pessoas que morreram. Estranho, mas muito interessante essa sacada da autora. Não gosto de falar muito da história em si, ainda mais por se tratar de um suspense psicológico, posso estragar alguma coisa.

A leitura é muito fácil, porém achei o início bem devagar. Não sei se eu que não estava no clima por ter acabado de sair de um outro livro que tinha gostado muito. Só sei que dei uma pausa, li outro livro pra depois voltar e foi a melhor coisa que fiz. Voltei com a corda toda e terminei de ler rapidamente.

O final foi um pouco decepcionante, estava esperando uma revelação bombástica (ainda falam isso hoje em dia?), algo que me deixasse arrancando os cabelos e sair gritando pela casa "OMG! OMG! OMG!", mas não foi isso, simplesmente acabou, eu falei "Ok" e vamos pro próximo.

Claro que o fato do final não sei incrível não desmerece o desenrolar da história, vale a pena mesmo assim. Ainda mais pelo fato da Annabel (uma das narradoras) trabalhar na delegacia, ou seja, a gente acompanha o avanço do caso bem de perto e se tem ou quem é o assassino.

Essa autora possui outros livros que seguem a mesma linha, pretendo lê-los também!

Eu sou a Mariana Storck e até a próxima!
Beijo!*

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